Felipe Amaral

Apenas uma tentativa de viver o mundo da tecnologia.



Comments: Segunda-feira, Abril 03, 2006

Coordenação: Felipe Amaral
Pesquisadores:
Pedro Neville
Ribamar Melo
Patrícia Mara
Análise: Profª Maura Xerfan


ORÇAMENTO COMPROMETIDO: PARA ESPECIALISTA, BRASILEIRO NÃO SABE USAR CRÉDITO

Quase metade dos cariocas está em atraso ou não vai pagar empréstimos


Pesquisa mostra que 73% têm entre 20% e 50% da renda comprometida


A farra do crédito iniciada no ano passado pode não ter um final feliz para muita gente. Pesquisa realizada no Rio pelo Laboratório UniCarioca de Pesquisas Aplicadas (Lupa), a pedido do GLOBO, mostra que 43,47% dos entrevistados já estão em atraso ou vão deixar de pagar prestações de empréstimos nos próximos três meses. O levantamento mostra ainda que 73% dos consumidores têm entre 20% e 50% da renda comprometida com empréstimos e, apesar disso, 56,43% deles pretendem pegar mais financiamentos este ano.

- Isso é um reflexo da facilidade com que o crédito é concedido atualmente. Cada vez mais bancos, que não viam a baixa renda como opção para emprestar dinheiro, estão buscando esse nicho de mercado, incluindo quem não tem emprego ou renda comprovados - afirma Miguel Ribeiro de Oliveira, presidente da Associação Nacional de Executivos de Finanças e Contabilidade (Anefac). - E o brasileiro não sabe usar crédito - acrescenta.

Para Maura Xerfan, coordenadora de marketing institucional da UniCarioca e analista responsável pela pesquisa, o resultado reflete a situação, sobretudo de consumidores das classes C e D, do elevado nível de comprometimento de renda. Ela afirma que isso é demonstrado pela parcela que pretende pegar empréstimos para gastos do dia-a-dia, como pagamento de contas e aluguel: 15,47%. O recurso será usado para pagar outras dívidas por 15,03%. Outros 25,93% usarão financiamentos para comprar bens. Os novos empréstimos em sua maioria estarão na faixa de até mil reais (46,89%), seguidos pelos até R$500 (25,36%).

A participação do crédito rotativo do cartão (em que o consumidor paga o mínimo da fatura e rola o restante para o mês seguinte) é esmagadora - 42,24% dos entrevistados afirmam ser a principal modalidade de crédito que usam. O problema é que esta é a segunda modalidade mais cara do mercado, com juros médios de 10,24% ao mês, perdendo apenas para os empréstimos em financeiras (taxa média de 11,56% ao mês), segundo a Anefac. [b]De acordo com Maura, isso ocorre porque comprar com cartão é mais fácil do que abrir um crediário, por exemplo, que exige comprovação de renda e residência.

- A parcela da população que mais precisa de crédito é justamente a que menos conhece alternativas mais baratas e acaba pagando juros abusivos - afirma o consultor de finanças pessoais Victor Zaremba. - As famílias precisam priorizar gastos e sanear as contas.

postado por: FELIPE AMARAL 2:03 PM



Comments: Quinta-feira, Março 30, 2006

Folder no tamanho 30X30cm para a empresa KFX.
Parte interna do folder - para ser impresso em papel especial com pertes em verniz.


postado por: FELIPE AMARAL 11:28 AM



Comments: Criação do anúncio vaiculado no jornal de bairro "Posto 6". A estratégia de campanha foi ampliar sua rede de clientes atingindo as pessoas da Zona Sul do rio.

O Jornal é um jornal de bairro que tem maior circulação em Copacabana, onde se concentra o maior número de idosos. Atingindo assim, o público alvo =do escritório.

postado por: FELIPE AMARAL 11:09 AM



Comments: Criação cartão de vitas para o escritório Hauch Advogados

Esta criação foi fruto de um estudo das condições de mercado e perfil dos clientes do escritório

postado por: FELIPE AMARAL 11:05 AM



Comments: Pesquisa feita pelo LUPA

Coordenação: Felipe Amaral
Pesquisadores:
Pedro Neville
Ribamar Melo
Patrícia Mara
Análise: Profª Maura Xerfan
Brincadeira fora dos limites

Valquíria Daher

Calouro não é gente, "Calouro é bixo (sic) burro", "Calouro tem que se f.." Essas são só algumas amostras de comunidades do Orkut que fazem apologia do trote humilhante ou violento. Ah, você é daqueles que acham que tudo é apenas uma brincadeira? Mas não tem graça esse trote descrito na comunidade "Eu já fui calouro": "Vocês nem imaginam o que é ÓLEO DE MUTAMBA; é um monte de coisa como água de peixe, sangue de balcão de açougue, miúdos de frango, soro de queijo. Deixe fermentar por um mês para um calouro abrir (caso não exploda na mão dele antes disso) e jogar no outro."

Na "Eu já fui calouro" e em muitas outras comunidades a filosofia é a seguinte: o participante já se deu mal num trote e acha que, por isso, tem todo o direito de revidar com os calouros da vez. Alguns desses textos dizem ser uma caretice fazer trote solidário ou recepções civilizadas aos calouros. Entre um "huahuahua" e outro, as comunidades descrevem maldades e mais maldades com a calourada: um aluno admite já ter sido processado por calouros; outro veterano diz que rolar na lama e na areia nem chega a ser trote para ele, e um estudante sugere que garotas sejam trancadas numa sala com baratas.

Uma pesquisa feita pelo Laboratório UniCarioca de Pesquisas Aplicadas, a pedido da Megazine, mostra que na cidade do Rio as opiniões estão divididas: para 41, 29% dos entrevistados o objetivo do trote é integrar os alunos à universidade, 39,89% dizem que a idéia é zoar com os calouros porque os veteranos também passaram por isso e 18,82% dizem que a meta é mostrar aos calouros que os veteranos é que mandam.

Apesar disso, outro índice mostra que os universitários cariocas não são chegados à violência física ou verbal: 20,48% dizem que já aplicaram um trote violento ou humilhante, mas 79,52% garantem que não fizeram o mesmo.

A professora Maura Cruz Xerfan, coordenadora de marketing institucional da Unicarioca, explica que, muitas vezes, um trote pode ser uma experiência humilhante, mesmo que sejam feitas só as brincadeiras tradicionais.

- Ter a cara pintada, fazer pedágio nas calçadas, ser ridicularizado nas ruas ou pagar a chopada dos veteranos são as formas mais comuns de trotes aplicados e ao sofrerem os calouros sentem-se humilhados. A agressão verbal não é a forma predominante ou unicamente associada à humilhação - diz Maura, destacando que a pesquisa mostra que cresce a participação nos chamados trotes solidários.

Uma dessas iniciativas é a campanha Calouro Humano, criada pela Uerj em 1997 e que tem boa participação dos estudantes. Mas a professora Ondina Maria Meleiro Ferreira, do Departamento de Orientação e Supervisão Pedagógica da Uerj, faz uma ressalva.

- Infelizmente, aqueles alunos que tradicionalmente fazem o trote violento não se sensibilizam em relação aos trotes solidários. O Calouro Humano foi criado para minimizar o trote violento. Mas algumas práticas persistem em certos cursos. É raro os alunos reclamarem, mas às vezes acontece de um estudante se sentir constrangido por ter que botar uma cueca em cima da calça, por exemplo. Alguns gostam e participam como se fosse um rito de passagem, mas há os mais tímidos. Ou que não querem ser pintados porque vão trabalhar em seguida. É preciso respeitar os que não querem participar - comenta Ondina.

postado por: FELIPE AMARAL 10:58 AM



Comments: Pesquisa feita pelo LUPA
Coordenação: Felipe Amaral
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Pedro Neville
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Análise: Profª Maura Xerfan

Instintiva sedução
Por que o bumbum continua forte como a preferência nacional
Solange Bagdadi

Bundas, bundinhas e bundões. Somos um país, neste aspecto, farto. A miscigenação única de diferentes povos e etnias talvez explique o fenômeno nacional que desperta muito a atenção dos homens e faz as mulheres dedicarem horas do seu dia com cuidados especiais. Um levantamento feito pelo Laboratório UniCarioca de Pesquisas Aplicada a 400 pessoas, entre homens e mulheres, revelou que, para o carioca, apesar do boom do silicone, a área mais atraente do corpo ainda é o derrière. O assunto é tão sério que até a indústria da moda no Brasil se curvou às formas para atender às consumidoras mais exigentes desejosas por roupas que realcem - ou disfarcem - o tamanho das nádegas. E o tema parece ser pertinente também lá fora. A Escola de Têxteis e Design da Universidade Heriot-Watt, na Escócia, lançou o primeiro estudo mundial sobre como as roupas afetam o bumbum.

De acordo com o sexólogo e consultor para o Programa Nacional de DST/Aids, do Ministério da Saúde, Marcos Ribeiro, que acaba de escrever o livro Sexo não é bicho papão, a ser lançado pela Zit Editora, o corpo da brasileira tem forte herança nos antepassados negros, anatomicamente favorecidos com traseiros polpudos. No campo da sexualidade, Ribeiro ressalta que aquela parte do corpo agrada tanto aos homens por estar ligado aos desejos inconscientes de dominação e submissão da mulher.

- Além de ser esteticamente agradável aos olhos, o bumbum desperta um lado sexual do homem primitivo, que dominava a mulher. Como o homem sempre exerceu o papel de dominador na cultura ocidental, isso é transferido para os desejos e instintos - explica Ribeiro.

Desde 1998, a antropóloga Mirian Goldenberg está envolvida com uma pesquisa sobre casamento e infidelidade. Durante o estudo, foi surpreendida por uma revelação. Quando perguntou o que mais atraia sexualmente homens e mulheres, a resposta feminina mais encontrada foi o tórax. As preferências masculinas foram, nesta ordem, bunda, corpo, seios e pernas. Felizmente, também afirmaram que, além de bela, a mulher tem de ser interessante.

- Na minha pesquisa, para os homens, não basta só o bumbum bonito. É como se estabelece o primeiro contato visual, que para eles é importante porque, como afirmam, são seres essencialmente voltados para o sexo. A partir deste ponto, procuram mais do que um belo corpo - analisa Mirian.

A discussão do por que os homens dão tamanha importância à região é tão controversa que o estudo da UniCarioca encontrou resistência ao questioná-los.
- O número de mulheres que respondeu à pesquisa foi superior ao de homens. Eles não quiseram comentar algumas perguntas - contou Maura Xerfan, analista responsável pelo levantamento.
Para o sexólogo Marcos Ribeiro esse comportamento tem uma explicação: o assunto é muito mais delicado para os homens do que para as mulheres.
- O fetiche do bumbum é do homem e não da mulher. Apesar de provocar muita fantasia, ainda é tabu para os rapazes, nos sentidos figurado e real. A mulher é mais aberta a discutir essas questões - opina o sexólogo.

Se comentadas ou não, as nádegas são tema tão relevante que a pequisa da UniCarioca demonstrou que para a maioria dos entrevistados um bumbum bonito interfere na escolha de um parceiro. Por isso também não são poucos os esforços para deixá-lo esteticamente apresentável.
Daiane Amendola, 21 anos, Wanda Grandi, 18, Karla Moreno, 22, Mirela Payola, 24, e Leila Schuster, 31, são exemplos de mulheres que gostam de tratar muito bem seus bumbuns. Dançam, malham, alimentam-se bem e submetem-se a procedimentos estéticos específicos para região glútea.

A bailarina e passista do Salgueiro Karla Moreno, mesmo contemplada pela natureza com medidas exuberantes, não deixa de cuidar do corpo: dança frevo, forró, faz musculação, ginástica, massagem e drenagem linfática.
- Fui agraciada pelos deuses da beleza. Pelo menos no que se refere ao bumbum - brinca Karla.
Já a calipígia modelo Wanda Grandi acha que a boa forma vem necessariamente da prática de esportes como wakeboard e alpinismo.
- As partes que mais gosto do meu corpo são os olhos e o bumbum. Acho que são proporcionais. É o esporte que me auxilia mantê-lo para cima - admite Wanda.

Ao contrário de Karla Moreno, a bailarina Daiane Amendola detesta academia e faz aulas de dança para manter as medidas. Mais radical e sortuda é a apresentadora de TV Mirella Payola. Ela herdou os atributos da família, formada por pessoas muito magras. Ela faz questão de frisar que ter um corpo bonito não é tudo na vida.
- Acho que no Brasil existe a cultura do corpão. Mas acredito que as mulheres que não são tão bem dotadas têm seu espaço também - afirma a apresentadora, adepta dos tratamentos de beleza e das roupas mais adequadas a seu tipo físico. Ela é capaz de demorar muito na loja até encontrar um modelo que não esconda e tampouco marque muito a parte posterior do corpo.

O estudo da UniCarioca descobriu que as mulheres são capazes de passar até uma hora na frente do espelho a fim de garantir um visual perfeito ao traseiro. A necessidade de saber se o bumbum parece grande foi também um dos objetivos da pesquisa da escola de design da Escócia. Eles escolheram quatro modelos com nádegas de tamanhos diferentes para usar tipos variados de roupas como parte da pesquisa, que vai examinar como os desenhos, cores, formas e tipos de tecido afetam a percepção. Com as conclusões da investigação, é possível que até o comércio de roupas seja afetado.

No Brasil, já faz tempo que a indústria da moda acostumou-se a trabalhar a favor do biotipo brasileiro. A Gang firmou sua imagem produzindo um estilo de jeans feito especialmente para realçar as formas femininas e deixar a mulher mais sexy. De acordo com Alcyr Amorim, dono da grife, os modelos foram criados no início da década de 90 a pedido de meninas que malhavam durante o dia e, à noite, freqüentavam a boate Sweet Home, onde queriam exibir os resultados.

- A idéia era fazer uma calça que pudesse mostrar o que a mulher carioca tem de mais bonito. A cintura baixa, o cós anatômico, que não deixa aparecer o "cofrinho". A mistura da lycra com o brim foram os ingredientes de uma fórmula que obteve um sucesso espantoso - conta Amorim. Segundo o empresário, o efeito é tão bom que alguns entrevistados alegam ter sido enganados:
- Nem todas as mulheres quando tiram a roupa apresentam as formas perfeitas reveladas pelas calças - brinca o dono da Gang, que exporta para mais de 30 países, incluindo Arábia Saudita e Japão.

Não há como negar que o estilo Gang é objeto de desejo de muitas mulheres que gostam de mostrar sua silhueta. Mas há também quem se preocupe em realçar o bumbum de uma maneira mais sutil. Sobretudo quem já chegou aos 40. Neste momento, a modelagem é o que conta. Reconhecida pela sua alfaiataria bem cuidada, a estilista Cláudia Simões conta que o grande segredo está no corte.

- Existem duas peças com tecidos similares, mas que caem de forma completamente diferente. A boa alfaiataria é aquela confeccionada por um calceiro que faz um cós alto, com modelagem reta, mas com leve adaptação anatômica no quadril. Assim a mulher fica elegante e bonita - ensina Claudia.
Ela explica que as calças com brim e lycra valorizam não só o bumbum, mas as coxas e as pernas também, o que não serve para algumas mulheres que só querem salientar as nádegas.

A estilista esclarece que a dona de um bumbum grande deve usar calça reta, tipo pantalona, para não marcar. E as com pouca "carne" precisam de modelos ligeiramente ajustados nas coxas.

A ex-miss Brasil e empresária Leila Schuster adota um estilo mais discreto de vestir e cuidar do corpo. Leila faz ginástica, mas não abre mão de massagens para melhorar a circulação. Sua alimentação é sempre balanceada, nada radical.
- Valorizo o equilíbrio permanente, que deve ser preservado o ano todo. O importante é sentir bem, independentemente de o bumbum ser grande ou pequeno - diz Leila.
Mirian está na contramão das mulheres que dão valor exagerado às formas. A antropóloga lembra que, como dizia Gilberto Freire no livro Modos de homem & modas da mulher (ed. Record), no imaginário do brasileiro, a mulher bunduda, cintura fina, morena, tipo mignon e de cabelos longos sempre fez parte do ideal de feminilidade. Isso é tão forte que, mesmo com as mudanças estéticas que a mulher brasileira sofreu nas últimas duas décadas - em razão da febre das academias que a deixaram mais musculosas, sem cintura e siliconadas - o desejo masculino não mudou.
- A importação de modelos de beleza é incompatível com a mulher brasileira. O fetiche do brasileiro ainda é aquele citado por Freire. Mas as mulheres insistem em imitar padrões de beleza que não correspondem aos desejos do homem. É uma contradição. Lamentável também é constatar que o capital físico no Brasil é mais importante do que a inteligência, por exemplo - ressalta Mirian.

postado por: FELIPE AMARAL 10:55 AM



Comments: Quarta-feira, Outubro 26, 2005

Trabalho feito no corel. Convite de aniversário.

postado por: FELIPE AMARAL 1:20 AM



Comments: Segunda-feira, Agosto 29, 2005

Pesquisa publicada no jornal O Dia em 29/08/2005

Maioria das garotas cariocas admite que poderia namorar homens mais velhos

Rio - A UniCarioca fez uma pesquisa, chamada ¿Tio Sukita", na qual revela que sete em cada dez garotas cariocas na faixa dos 16 aos 24 anos já receberam cantadas de homens com idade para ser seu pai e 57,59% (ou seja, quase seis em dez) admitem que poderiam namorar homens mais velhos, com o dobro ou até mais idade.
Esse dado pode ser facilmente comprovado com uma busca no site de relacionamentos Orkut, onde existem dezenas de comunidades relacionadas ao tema. Entre elas, "Eu Quero um Tio Glauco Para mim", "Sou Louca Por Tio Glauco", "Quero Dar Uma de Lurdinha" e por aí vai.
Se os tios de plantão não se incomodam ¿ e são eles os que teriam mais a perder¿, não são a meninas que irão se preocupar.

postado por: FELIPE AMARAL 11:11 AM



Comments: Segunda-feira, Agosto 08, 2005

Trabalho divulgado no JB, em 08 de agosto de 2005,
Um dicionário, por favor

Termos importantes do mundo digital são desconhecidos de boa parte dos internautas

Marcela Canavarro

Os internautas brasileiros conhecem pouco o significado de expressões que denominam ferramentas ou práticas corriqueiras na internet. Termos como spam, firewall e cookies são menos reconhecidos pelos brasileiros do que pelos americanos. É o que aponta o cruzamento de uma pesquisa feita pelo Laboratório UniCarioca de Pesquisas Aplicadas (Lupa) com um estudo do instituto americano Pew Internet.

No domínio do conceito de spam, firewall, spyware, cookies e adware, os americanos dão um banho nos brasileiros (ver tabela). Apenas 40,4% dos entrevistados no Brasil souberam dizer exatamente o que é spam e 38,97% disseram já ter ouvido falar mas não sabiam explicar o significado. Nos Estados Unidos, estes percentuais foram de 88% e 10%, respectivamente. Por lá, 78% dos entrevistados conhecem firewall e spyware, enquanto aqui apenas cerca de 32% têm domínio destas expressões. A maior diferença ficou com o conceito de cookies, conhecido três vezes mais por americanos (68%) do que por brasileiros (22,64).

A edição americana do estudo, realizada em julho deste ano com 1.336 internautas, no entanto, é pessimista quanto aos resultados obtidos: ''um número grande de usuários de internet não sabe a definição básica de algumas das mais importantes inovações da internet e de uma das mais sérias ameaças online'', aponta.

Os números brasileiros são mais críticos. Dos 395 entrevistados este mês, mais de 40% encaixou-se na coluna ''não tenho certeza'' em todas as expressões, exceto o spam, termo que totalizou 38,97% nesta coluna. O spam foi a única expressão que teve mais respondentes com domínio do significado do que as pessoas que continuam confusas.

Phishing, podcast e RSS foram as expressões menos reconhecidas tanto por brasileiros quanto por americanos. O cruzamento dos dados indica que, por aqui, o conhecimento de RSS e de podcast é maior do que nos Estados Unidos. O RSS é conhecido por 13,04% dos brasileiros e o podcast por 16,67%. Nos Estados Unidos, estes percentuais foram de 9% e 13% respectivamente.

Entrevistados pelo JB, o economista Renato Elman, 27 anos, a estudante Carolina Thomé, 16 anos, e a dona-de-casa Alceni Junqueira de Souza, 54 anos, são retratos do que a pesquisa da Lupa aponta. Eles apenas responderam com segurança o conceito de nenhum ou um dos termos apresentados e ficaram em dúvida em outros três termos, em média. Sobre as demais expressões, não tinham idéia do que se tratava. Os três são usuários de banda larga, categoria em que se encaixam 38,87% dos entrevistados na pesquisa brasileira.

Dos quatro entrevistados pelo Internet, a melhor perfomance foi da consultora de Direito Previdenciário, Leny Xavier de Brito, de 69 anos, que respondeu corretamente o conceito de três termos e ficou em dúvida a respeito de um.

- Estou deixando que a internet me leve, mas não tenho nenhum amigo na minha faixa etária que brinque com ela. Eles acham que essa máquina morde. Agora estou com vontade de conhecer o Orkut, mas estou esperando alguém me convidar - conta Leny.

postado por: FELIPE AMARAL 9:30 AM



Comments: Terça-feira, Julho 12, 2005

Esta foi a capa do Suplemento

postado por: FELIPE AMARAL 9:27 AM



Comments: Trabalho publicado em 12/06/05
No suplemento Megazine
Corruptos? São os outros!

Bruno Porto

Pagar propina, mentir, enganar, roubar, difamar... Todas essas ações, ilegais ou imorais, deixam a sociedade e, é claro, os jovens perplexos quando estão relacionadas ao nome de políticos ou funcionários do governo. Mais descrentes ainda da classe política depois das denúncias recentes envolvendo integrantes do governo Lula e o Partido dos Trabalhadores (PT), boa parte dos jovens, no entanto, não parece levar a ética a sério nos assuntos do dia-a-dia.

Uma pesquisa realizada pelo Laboratório UniCarioca de Pesquisas Aplicadas, a pedido da Megazine, mostrou que os verbos subornar, mentir, enganar, roubar e difamar fazem parte, sim, da vida de muitos.

Entre os 403 entrevistados, de 16 a 23 anos, por exemplo, 34% admitem ter ¿tirado dinheiro¿ da carteira de pais, parentes ou de amigos sem avisar; 8,92% nunca fizeram isso, mas não acham nada demais, e outros 22% nunca cometeram esse delito, mas conhecem pessoas que já o fizeram.

Tirar dinheiro da carteira dos pais não é considerado crime, mas de parentes e amigos é¿, explica o promotor de Justiça Márcio Mothé. Falsificação também é normal para muitos: 38% das pessoas ouvidas falsificaram a assinatura dos pais em algum documento ou correspondência da escola.

Outros dados revelaram que 21% já usaram a internet para difamar alguém, o que também é crime. Quase metade dos ouvidos ¿ 45% ¿ disseram que nunca fizeram isso, mas conhecem pessoas que já o fizeram. É, na ética do dia-a-dia, parece valer o lema: faça o que eu digo, não faça o que eu faço.

Diretor-executivo da ONG Transparência Brasil, Cláudio Abramo diz que o comportamento dos jovens é um reflexo dos ¿valores que circulam na sociedade brasileira¿.

¿ Os números deixam claro que há um desequilíbrio entre as conveniências coletivas e as pessoais, que hoje têm mais peso ¿ critica Abramo.

Doutora em psicologia clínica e professora da PUC, Teresa Creusa Negreiro relaciona o fato de tantos jovens roubarem dinheiro de pais, parentes e amigos ao consumo de drogas lícitas ou ilícitas.

¿ Minha experiência clínica mostra que 80% desses roubos estão relacionados à compra de drogas ilegais ou álcool e cigarro ¿ diz. ¿ Eles se drogam, bebem e fumam pelo prazer e também para se enturmar. Fazer parte de um grupo e o prazer imediato são duas coisas muito valorizadas pela sociedade atual.

A pesquisa confirma o interesse de muitos jovens pelas drogas lícitas: 49% dos entrevistados compraram bebidas alcoólicas e cigarros antes de se tornarem maiores de idade, o que é proibido. Já a falsificação de assinaturas pelos estudantes estaria, na opinião da psicóloga, relacionada muitas vezes à ausência dos pais.

¿ Muitos desses jovens são filhos de ¿adultescentes¿, pessoas que não têm disponibilidade para educar. São adultos que priorizam o prazer e deixam o dever de lado, não dando o exemplo para seus filhos ¿ opina a psicóloga Teresa Creusa.

Corrupção que vence a esperança

A pesquisa revelou ainda que 50% dos entrevistados compraram ingressos de cambistas, 37% tentaram ou conseguiram andar de ônibus sem pagar e 36% roubaram pequenos produtos de lojas ou supermercados. Os três casos caracterizam crimes.

Professora de psicologia da PUC, Teresa Creusa Negreiros acredita que o número de entrevistados que agiram ou agem de maneira antiética é maior do que o revelado pela pesquisa.

¿ Ao menos metade das pessoas que responderam que nunca agiram de tal maneira mas conhecem gente que já, na verdade, fez aquilo ou está disposta a fazer ¿ afirma. ¿ O nome disso é resposta projetiva. São pessoas que não conseguem admitir erros. Muitas vezes elas têm vergonha de suas atitudes.

Subornar policiais é outro crime que jovens costumam cometer: segundo a pesquisa, 22% dos entrevistados já deram dinheiro para não ser multados no trânsito. João (nome fictício), de 23 anos, conta que fez isso duas vezes.

¿ Na primeira vez, bati o carro e não queria fazer o boletim de ocorrência. Ia ser um transtorno. Na segunda, me pegaram sem vistoria. Nas duas vezes foi o policial que propôs o suborno. A gente sempre tenta dar um jeitinho, o que é repugnante ¿ admite ele.

O promotor de Justiça Márcio Mothé acha que os jovens sabem quando estão cometendo crimes.

¿ Eles sabem o que é certo e errado, mas não ligam, pois acham que a impunidade impera. Na cabeça deles, roubar um chocolate não é nada comparado ao que algumas autoridades fazem ¿ diz.

Os pesquisadores perguntaram aos jovens que responderam sim em pelo menos três perguntas a que atribuíam o seu comportamento. As respostas foram ¿É um comportamento típico dos jovens¿ (28%), ¿Não classifico essas atitudes como infrações ou delitos¿ (26%), ¿Os políticos e os governantes não dão o exemplo¿ (24%) e ¿Um pequeno delito a mais não faz diferença num país onde a corrupção impera¿ (22%). Ryane Oliveira, de 23 anos, está entre os 33% dos entrevistados que entraram em algum lugar (no caso dela, um teatro onde acontecia um festival de dança) escondidos para não pagar ingresso e os 76% que colaram na escola. Ela também falsificou um boletim quando criança. Perguntada sobre a que atribui seu comportamento, ela respondeu que não classifica essas ações como infrações ou delitos.

¿ São coisas pequenas ¿ diz ela, que estuda ciência da computação e mora na Tijuca.

Na opinião de mais da metade dos entrevistados (57%), a corrupção não tem solução no Brasil. Só 12% responderam que tem solução sim. Estudante de pedagogia, Tatiana Oliveira Marques, de 21 anos, está entre os 30% dos jovens ouvidos que responderam que sim, mas só daqui a muitos anos.

¿ As coisas não mudam da noite para o dia. É preciso persistência ¿ diz ela, que mora em Piedade.

A respeito do jeitinho brasileiro, 58% são contra, 22% consideram normal e 19% disseram que faz parte da nossa cultura. Tatiana acha que existe um jeitinho bom e um ruim.

¿ Quando você dá uma chorada na hora de comprar uma coisa, é um jeitinho bom. Mas quando envolve corrupção, é muito ruim ¿ diz.

Professor do departamento de comunicação da PUC, Everardo Rocha concorda com Tatiana.

¿ Durante a Segunda Guerra, vários soldados morriam de frio por causa das suas botas precárias. Em vez de esperar que seus superiores achassem uma solução, os soldados brasileiros começaram a encher as botas de jornal. É um exemplo de como o jeitinho, o improviso, pode ser bom ¿ diz Everardo.

postado por: FELIPE AMARAL 9:24 AM



Comments: Segunda-feira, Junho 27, 2005

Trabalho publicado na Coluna do Ancelmo Gois - Jornal o Globo - em 26/05/2005 - Arraiá de Ipanema - Festa junina é coisa de nordestino, certo? Errado. Acredite: 75% dos cariocas ouvidos pelo DataGois/UniCarioca pretendem participar de alguma festa junina (deve ser mais gente do que, por exemplo, quem vai a bailes de carnaval). E mais: quatro em cada dez já dançaram quadrilha.

postado por: FELIPE AMARAL 4:03 PM



Comments: Segunda-feira, Junho 13, 2005

Trabalho publicado na Coluna do Ancelmo Gois - Jornal o Globo - em 12/05/2005

O amor não está no ar.

Pesquisa data Gois/ UniCarioca mostra que, no Rio, o Dia dos Namorados, não é nada, não é nada...não é nada. Para 48,87%, imensa maioria, é só mais uma data comercial.
Tem até quem pegue pesado: para 3,02%, nem deveria existir.
É por essas e outras que a edição de junho da revista "Pet Age" (lembra?)
diz que "os americanos gastam mais em presentes para seus bichos do que com o s namorados".

postado por: FELIPE AMARAL 5:04 PM



Comments: Trabalho publicado na revista de domingo do JB
em 12/06/2005

E por falar em amor...
Pesquisa aponta romantismo entre cariocas

Joana Dale

[12/JUN/2005] O Rio de Janeiro acordou mais enamorado hoje. Até o fim do dia, gestos de carinho serão observados em cada esquina e juras de amor serão ditas ao pé do ouvido. O romantismo está em alta entre os jovens cariocas de 18 a 30 anos, e quem diz é o Laboratório UniCarioca de Pesquisas Aplicadas (Lupa), em pesquisa realizada há duas semanas. Mesmo em tempos modernos, o resultado da enquete mostra que a juventude do início do século mantém características do tempo de suas vovós: 62% dos 410 entrevistados, por exemplo, não acham certo transar no primeiro encontro, 56% acreditam que vão casar com o parceiro atual e 60% afirmam que o relacionamento de hoje é a grande paixão de suas vidas.


A estudante Luana Marques, 22 anos, e o economista José Augusto Gabizo (que prefere ser chamado de Gugu), 26, estão entre os muitos românticos espalhados por Botafogo, Centro, Copacabana, Ipanema, Jardim Botânico, Pavuna, Piedade e Santa Cruz - bairros onde a equipe de pesquisadores da universidade fez as entrevistas. Neste Dia dos Namorados, Gugu pretende oferecer a Luana uma grande surpresa regada a vinho e iluminada por velas. Afinal de contas, eles vivem como pombinhos há um mês e meio, mas com a intimidade de quem já acumula três anos de convivência.

- A gente já era amigo antes de começar a namorar. Ficamos juntos dois anos e nos separamos. Resultado: só tivemos um Dia dos Namorados. Este vai ser o segundo, mas com gostinho de primeiro - lembra ela, com precisão feminina.

Quando indagada sobre o que a data representa, Luana é direta.

- É o dia para ele ficar mais apaixonado por mim, né amor? - derrete-se, enquanto pede que o namorado beije sua mão para a sessão de fotos.

Gugu está na fase de concordar em tudo com Luana. Mas na hora de responder às oito perguntas do questionário da pesquisa, os namorados divergiram em dois itens. Ele acha certo transar no primeiro encontro e ela não; enquanto ela afirmou usar sempre camisinha e ele disse que não.

Gugu faz parte dos 26,5% dos entrevistados que admitiram não usar sempre a camisinha na relaão sexual com o parceiro. É minoria, mas chega a assustar se levarmos em conta as onipresentes campanhas de prevenão da Aids e outras doenças sexualmente transmissíveis.
- Essas pessoas que não usam camisinha geralmente acham que o fato de terem um parceiro fixo significa que não é preciso usar preservativo - opina Felipe Amaral, 28 anos, coordenador de pesquisa do Lupa.

Além de lamentar esta estatística, outro resultado que chamou a atenção do coordenador foi o baixo número de pessoas que contaram ter arrumado um par através de papos e comunidades via internet. Nesse quesito, 70% dos entrevistados afirmaram nunca ter iniciado um relacionamento no universo on line, mesmo passando cada vez mais tempo em frente a um computador.

- Conheço vários casais que se conheceram em salas de bate-papo. Aqui mesmo na faculdade, escuto muitas histórias de alunos que iniciaram relacionamentos na internet. Por essas e outras, esperava exatamente o contrário, esse resultado me decepcionou - comenta Felipe.

Parece que mesmo com todas as descobertas e facilidades proporcionadas pela tecnologia, a boa e velha paquera com muita troca de olhar não sai de moda quando se trata de amor. Feliz Dia dos Namorados!

postado por: FELIPE AMARAL 4:54 PM



Comments: Segunda-feira, Junho 06, 2005

Publicado na coluna do Ancelmo Gois
Jornal O Globo em 05/06/05

Mais da metade dos cariocas (51,76%) acha que o preconceito contra gays não diminuiu no Brasil, apesar do discurso antidiscriminação e das paradas promovidas pela moçada alegre país afora. É o que mostra pesquisa DataGois/UniCarioca.

Para 23,77%, ser simpatizante dos gays (o S da sigla GLS) é ter tendência ao homossexualismo?

A maioria é conservadora: 56,5% jamais iriam a uma parada gay. Pior: 37,97% acreditam que, no fundo, naquela megaparada de São Paulo, com 2,5 milhões nas ruas, todos (ai, que loucura!) eram homossexuais.

postado por: FELIPE AMARAL 4:38 PM



Comments: Quarta-feira, Junho 01, 2005

O Lupa, Laboratório Unicarioca de Pesquisas Aplicadas, também esteve presente todos os dias do
Infowork 2005, realizando pesquisas com os alunos da UniCarioca e visitantes.

As pesquisas foram realizadas com a participação dos alunos dos cursos de graduação em Comunicação Social e Marketing, onde foram entrevistadas 181 pessoas logo após as palestras na UniCarioca.
A pesquisa mostrou que o evento foi muito apreciado pelos alunos e superou as expectativas da maioria dos entrevistados.

postado por: FELIPE AMARAL 3:13 PM



Comments: Quarta-feira, Maio 25, 2005

Publicado na coluna do Ancelmo Gois

postado por: FELIPE AMARAL 9:36 AM



Comments: Segunda-feira, Abril 18, 2005

Trabalho publica na coluna Ancelmo Gois, em 17/04/05
O DataGois/UniCarioca foi às ruas do Rio pesquisar a fé do povão na escolha de um Papa brasileiro. Mas, para 66,92%, um Pontífice conterrâneo não melhoraria em nada a situação do Brasil.

Só 32,24% crêem que o sucessor de João Paulo II pode ser gente nossa. Também é pequena a crença no fim do racismo caso se escolha um Papa negro (56,85% duvidam).

postado por: FELIPE AMARAL 11:29 AM



Comments: Segunda-feira, Abril 11, 2005

Trabalho publicado no Caderno Vida do Jornal JB em 09/04/2005

A pedido do caderno Vida, a UniCarioca realizou uma pesquisa para identificar as preferências dos cariocas quando o assunto é spa.
Entre os dias 17 e 18 de março, os pesquisadores entrevistaram 500 pessoas em um shopping carioca.
Com o resultado, dá para concluir que, mais do que tirar férias, quem procura um spa quer, no fundo, um empurrãozinho para mudar. Embora emagrecer seja a prioridade de 40% dos entrevistados, o relaxamento também é um motivo forte: 32,56% querem, acima de tudo, viver alguns dias em paz e harmonia. Ganhar músculos e melhorar o condicionamento físico também estão entre os desejos dos clientes.
Sem dúvida, o apoio psicológico é um importante diferencial. Na pesquisa, 85% dos entrevistados disseram que procuram um spa que tenha psicólogos e 90% acreditam que a convivência com pessoas com problemas semelhantes é um incentivo para mudar.

postado por: FELIPE AMARAL 1:06 PM



Comments: Domingo, Março 27, 2005

RADAR BBB5 - TRABALHO PUBLICADO NA REVISTA DE TV.

Rio, 27 de março de 2005 Versão impressa

Olho neles

FINALISTAS:
A pesquisa da UniCarioca também revela o que o público pensa sobre o programa e seus participantes. Na pergunta ¿Você acha que Sammy e Alan merecem estar entre os finalistas do programa? apenas 20,24% dos entrevistados responderam que sim, e 79,76% disseram que eles não merecem estar na final. Em outra questão Você acha que no BBB 5 as pessoas jogaram mais pesado por causa do prêmio de R$ 1 milhão?70,71% afirmaram que sim e 29,29% que não.

PROVAS DE LÍDER: Ainda de acordo com a pesquisa, as provas de liderança, que causaram algumas polêmicas, agradaram ao público: 50,85% dos entrevistados definiram como ótimas, 44,45% acharam boas e apenas 4,7% disseram que eram ruins.

Também foi perguntado o que as pessoas acharam das questões propostas pelo Big Boss?

As respostas: ótimas (53,15%), boas (11,71%), ruins (10,36%) e ridículas (24,78%).

JOGADOR: Na enquete, Alan foi apontado como o maior jogador da casa, com 35,69%. Sammy aparece em segundo com 26,97% e Jean em terceiro, com 22,82%. O resultado bate com a opinião de Pink, que considera o mineiro um estrategista. Eliminada na terça passada, ela diz que não tem nada contra ele e até acredita que o rapaz esteja gostando de Grazi. Para quem ela torce? Jean e Grazi, claro.

E mais... De acordo com uma pesquisa realizada pela UniCarioca na última segunda-feira, Jean é apontado como vencedor por 38,46% dos entrevistados. A enquete foi feita com 379 pessoas em seis bairros do Rio. A miss Grazielli aparece em segundo lugar com 31,58% e, surpresa!, Alan em terceiro, com 15,79%.

postado por: FELIPE AMARAL 9:57 PM



Comments: Trabalho publicado na coluna do Ancelmo Gois. Domingo de páscoa, 27/03/05

postado por: FELIPE AMARAL 9:52 PM



Comments: Segunda-feira, Março 21, 2005

Trabalho divulgado na Revista da TV - RADAR BBB5 - (TODA SEMANA)

Olho neles


O PREFERIDO: Uma nova pesquisa do Laboratório UniCarioca indicou mais uma vez Jean como favorito do ¿BBB 5¿, com 43,59%. Grazielli aparece em segundo, com 28,46%. Seguem Pink (14,36%), Sammy (5,9%) e Alan (2,82%). A enquete foi feita segunda-feira passada com 400 pessoas nos bairros Centro, Méier, Copacabana, Tijuca, Madureira e Ipanema, no Rio.

A AUTÊNTICA: Em outra questão, os entrevistados responderam se achavam que Pink era falsa ou verdadeira. Afinal, a cabeleireira foi acusada pela extinta tropa de choque de fazer merchand e ser uma personagem. Resultado: 82,35% acham que ela é verdadeira, e 17,65%, que é falsa.

O MANDA-CHUVA: O jeito meio mandão de Jean também foi questionado. E 89,18% dos entrevistados responderam que o autoritarismo do baiano não vai atrapalhá-lo para vencer o ¿BBB¿. Apenas 10,82% disseram que atrapalha, sim.

postado por: FELIPE AMARAL 10:15 AM



Comments: Terça-feira, Março 08, 2005

Trabalho publicado na coluna do Ancelmo Gois. Jornal O Globo. em 08/03/05 Meninas do Rio O DataGois/UniCarioca foi às ruas para saber das mulheres, no dia delas, o que as cariocas têm de melhor. Deu beleza, com 27,03%. Depois, vieram ginga (17,21%), coragem (9,8%), poder de sedução (8,93%), charme e romantismo (7,84%, cada) e inteligência (6,1%). Foram ouvidas 419 mulheres. Salve elas!

postado por: FELIPE AMARAL 12:56 PM



Comments: Terça-feira, Fevereiro 22, 2005

postado por: FELIPE AMARAL 2:28 PM



Comments: TRABALHO DE CAPA PARA O SUPLEMENTO MEGAZINEDúvida cruel

Ediane Merola

Fazer um curso de que gosta muito ou escolher uma profissão que está em alta no mercado? Que dúvida mais cruel, não acha? Mas fique sabendo que entre os vestibulandos indecisos, 42,14% passam por esse mesmo dilema. Isso é o que mostra a pesquisa realizada semana passada pelo Laboratório UniCarioca de Pesquisas Aplicadas. Ao todo foram consultados 600 estudantes do 3 ano do ensino médio, com idades entre 16 e 18 anos, de onze escolas das zonas Norte e Sul do Rio.

Para quem está nessa dúvida, o presidente da empresa Talento & Profissão, André Moraes, costuma dar um conselho: fique atento ao mercado, mas lembre-se de que o importante mesmo é fazer o que gosta.

As previsões de mercado nem sempre se confirmam. Por isso é sempre melhor seguir a vocação. O estudante deve lembrar que a expectativa de vida da população está aumentando e que as pessoas cada vez trabalham mais. Se ela não fizer o que gosta, vai passar o resto da vida infeliz ¿ diz André, especialista em planejamento profissional.

Esse conselho é importante até para quem diz já ter optado por uma carreira. A pesquisa mostrou que 64,65% dos alunos entrevistados já sabem que curso querem seguir.

É interessante o alto nível de decisão quanto à carreira escolhida, pois a dúvida é característica dessa faixa etária ¿ avalia a professora Lucia Venina de Mattos Almeida, diretora do Núcleo de Educação da UniCarioca.

Para André, muitos estudantes escolhem uma profissão precipitadamente e, ao longo do ano, acabam mudando sua opção de carreira:

Muitos escolhem um curso logo no início do ano só para direcionar o estudo, saber que matérias serão as específicas. Mas a decisão deve ser tomada com base em informações confiáveis sobre a carreira, sobre o mercado.

Numa pesquisa realizada com 200 alunos de 2 e 3 ano do ensino médio, André verificou, no início do ano passado, que apenas 15% dos entrevistados estavam totalmente decididos em relação à carreira; 32% não estavam totalmente certos da escolha e 53% estavam em dúvida entre dois ou mais cursos.

Hoje são mais de cem cursos, só de graduação. Por isso, o ideal é que o processo de escolha comece no 1 ano do ensino médio.

Entre os indecisos, 25,79% dos entrevistados ainda não escolheram uma carreira justamente porque a oferta de cursos é grande. Os estudantes também acham que são muito jovens para escolher a profissão (12,57%) e que não recebem orientação adequada sobre profissões na escola (12,58%).

Segundo a pesquisa da UniCarioca, entre os alunos em dúvida, 26,17% fazem orientação vocacional no colégio ou procuram um serviço especializado. Mas a maioria (30,87%) diz que prefere conversar com os pais para tirar dúvidas.

Isso alerta para a necessidade do constante diálogo entre pais e filhos ¿ diz Lucia.

postado por: FELIPE AMARAL 2:24 PM



Comments: Quinta-feira, Fevereiro 17, 2005

Trabalho divulgado no Jornal O DIA UniCarioca faz pesquisa sobre data do Carnaval Que tal se o Carnaval tivesse data fixa? A questão foi levada às ruas pelo Laboratório UniCarioca de Pesquisas Aplicadas (Lupa). Resultado: 72,37% dos 600 entrevistados apostam na idéia de a festa momesca ter dia certo no calendário, como Natal, réveillon e aniversário. O fato surpreendeu até mesmo os 25 pesquisadores. ¿É curioso. Talvez, as pessoas se decidiram pelo ¿sim¿ imaginando um dia único para os desfiles das escolas de samba ou, quem sabe, para poder planejar melhor a viagem da temporada¿, acredita Antônio José Chaves, coordenador de Jornalismo da UniCarioca. Mas os dias de folia respeitam, na verdade, a Páscoa, que é calculada em função da lua cheia. No calendário católico, a Quaresma representa os 40 dias entre o Carnaval e o Domingo de Ramos. Portanto, a terça-feira da ¿festa da carne¿ ocorre, religiosamente, 47 dias antes da Páscoa. Tudo decidido pelo papa Gregório XIII, em 1582, seguindo assembléia realizada 325 anos depois de Cristo, convocada pelo imperador Constantino. ¿Fixar data para o Carnaval significaria comprar mais uma briga com a Igreja Católica. Além disso, o evento segue calendário mundial. Acredito que a alteração não daria certo do ponto de vista turístico¿, completa Chaves. Celebridades à frente da bateria são rejeitadas No total, 10 questionamentos foram feitos na pesquisa. O estudo revelou curiosidades como a opinião dos foliões sobre a onda de alas ensaiadas que invadiu o desfile das escolas de samba do Grupo Especial. Ao todo, 73,46% aprovam coreografias nas alas e baterias. O público também foi unânime em optar por representantes das comunidades na missão de madrinha de bateria. As celebridades foram preferência de apenas 31,16% dos entrevistados. Já que a voz do povo é a de Deus, 71,06% dos consultados apostam que a festa na Passarela do Samba ainda tem participação popular. Mas a maioria ouvida pelos pesquisadores (30,41%) não irá à Marquês de Sapucaí. O ¿salgado¿ preço dos ingressos é o motivo apontado. No total, 82,91% dos entrevistados farão chuva de confete e serpentina longe do Sambódromo. Fonte: O Dia Online

postado por: FELIPE AMARAL 2:53 PM



Comments: Trabalho divulgado no JB Laboratório UniCarioca de Pesquisas Aplicadas ¿ LUPA ¿ faz pesquisa inédita para o Jornal do Brasil Livreiros em pauta Pesquisa inédita feita pelo Laboratório UniCarioca a pedido do Jornal do Brasil traça um perfil dos atendentes de livrarias do Rio, mostra as diferenças entre funcionários de grandes e pequenas lojas e o alto hábito de leitura ALEXANDRE WERNECK Não resta dúvida de que, nos últimos anos, ler e estar informado sobre o que acontece no mundo literário virou uma condição elementar para a classe média carioca. Estar na moda é falar de O código Da Vinci na fila do pão ou dar de presente alguma seleção de crônicas de Luis Fernando Veríssimo. A principal marca disso é que as livrarias viraram verdadeiros pontos de encontro e visitação e que as bienais do livro batem, a cada edição, recordes de número de visitantes. Ora, uma livraria é uma loja. Vende um produto. Mas o que se vende em livraria não é a mesma coisa que se vende em um supermercado. É cultura. Por isso mesmo, nos últimos tempos, cada vez mais atenção recai sobre a figura responsável por intermediar a relação entre aquelas grandes estantes e seus freqüentadores. Pois é, os atendentes passaram a ser mais exigidos, criticados por um lado, elogiados por outro, mas viraram assunto de debate e índice de profissionalização das livrarias. Tanto é que, há duas semanas, a empresa de eventos culturais Estação das Letras (a mesma que promove as Rodas de Leitura, no Centro Cultural Banco do Brasil) promoveu, a pedido das livrarias e com promessa de outras edições, um curso de formação para esses profissionais, que começam a ser chamados de ''livreiros'', em lugar do trivial nome de ''atendentes''. - Há dois tipos de pessoas que trabalham em livrarias hoje na cidade: as que vendem e conhecem muito bem o livro e as que poderiam estar vendendo qualquer outra coisa, que atendem, mas ficam no básico. Faz toda a diferença você ser atendido por quem conhece, porque às vezes a gente vai à livraria sabendo o que quer, mas às vezes precisamos de uma orientação - diz o filósofo e escritor Luiz Alfredo Garcia-Roza, palestrante no último dia do curso e um freqüentador assíduo de livrarias. Para conhecer melhor esse grupo, o Jornal do Brasil encomendou uma pesquisa inédita, executada pelo Laboratório UniCarioca de Pesquisas Aplicadas (Lupa), traçando um perfil sócio-econômico e um mapa aproximado de hábitos de leitura desses personagens, que se tornaram centrais no cenário cultural de uma cidade como o Rio. A organizadora do curso da Estação das Letras, Suzana Vargas, diz que o mercado tem sentido falta da profissionalização maior dos - também vamos chamá-los assim - livreiros: - Vender livro não é como vender vestido. Por conta disso é que se tem procurado cada vez mais atendentes universitários. O ideal, entretanto, é que eles fossem profissionais formados mesmo. A pesquisa não teve por objetivo testar conhecimentos de atendentes ou avaliar qualidade de atendimento. O propósito foi analisar a relação entre um produto cultural e pessoas que trabalham horas por dia com ele. O método foi uma coleta de dados via questionário. Foram ouvidos, em 28 de janeiro, 107 atendentes de três redes de livrarias de formato megastore - Saraiva, Siciliano e Fnac - e de três outras de perfil, digamos, mais intimista - Travessa, Letras & Expressões e Argumento. A Sodiler não respondeu ao convite para tomar parte na pesquisa. O número de atendentes entrevistados é uma amostra estatística de um total de 275 funcionários (dado fornecido pelas próprias empresas). O resultado desmente vários mitos. De imediato, chama a atenção o certo equilíbrio entre os níveis educacionais dos livreiros: a maioria, 52%, tem nível secundário; e 41% cursa ou tem nível superior completo. Apenas 6% têm o fundamental e pouquíssimos têm mestrado (2%). Como se poderia prever, entretanto, a maior parte de atendentes sem nível superior está nas lojas de rede. - Concluímos que o fato de a pessoa ter nível superior não significa que tenhamos um vendedor mais culto e mais conhecedor de livros. Passamos a dar mais importância a entrevistas do que à formação na seleção de funcionários - explica Ricardo Carvalhal, diretor de operações da Saraiva, que trouxe o conceito de megastore para o Rio em 1997. Essa divisão dialoga de forma curiosa com a faixa etária: 43% dos atendentes está entre 21 e 26 anos; 20%, entre 27 e 30 anos; e 33%, entre 31 e 40. O dado interessante é que 34% dos atendentes trabalham em livrarias há menos de um ano e outros 30%, entre um e três anos, sugerindo considerável rotatividade nessa função, na qual o emprego dificilmente é encarado como carreira. A maior parte parece estar trabalhando temporariamente, enquanto estuda. Todos esses dados conduzem outra polaridade de perfil: os atendentes das livrarias intimistas são, em média, mais velhos, de nível educacional mais alto e mais bem pago que os das megastores. O salário, aliás, é um dado apontado por quem critica os atendimentos das lojas de rede: os funcionários seriam menos qualificados, o que seria motivado por salários mais baixos. O fato é que enquanto um livreiro de grande rede fica ali pelos R$ 600, um das intimistas pode receber R$ 1.500. O que isso tem a ver com hábitos de leitura? Ora, 34% dos entrevistados afirmaram ter lido mais de 10 livros no último ano. Leram entre 6 e 10, 29%; e outros 27% leram de 2 a 5. Apenas 10% disseram ter lido apenas um livro. Todas as livrarias pesquisadas possuem mecanismos de incentivo para a leitura dos funcionários. Por exemplo: a Saraiva mantém um acervo para empréstimo, a Travessa empresta do acervo das prateleiras e a Argumento dá R$ 150 mensais para o vendedor comprar os livros que quiser. A explicação dada pelo executivo da Saraiva sobre os salários - que serve para as todas megastores - é que suas lojas são em geral localizadas em shoppings, o que encarece muito suas operações e dificulta pagar melhor. As políticas de incentivo à leitura são entendidas pelas empresas como benefícios (que se somam aos trabalhistas normais). Fonte: Caderno B ¿ Jornal do Brasil ¿ 12/02/2005

postado por: FELIPE AMARAL 2:51 PM



Comments: Quinta-feira, Fevereiro 10, 2005

Tamborim de Ouro O Troféu Tamborim de Ouro, promovido pelo Jornal O DIA, FM O DIA e O DIA Online já é tradição do carnaval carioca. Pelo oitavo ano consecutivo, o voto popular vai decidir os ganhadores da estatueta. O resultado dos ganhadores do Tamborim é divulgado na edição de Quarta-Feira de Cinzas. A principal novidade deste ano é a criação do quesito Samba no Pé, para o melhor passista. Além de votar pela Internet e por telefone, será possível participar da eleição através de torpedos SMS (mensagens de texto enviadas pelo telefone celular) da TIM. E o calor do desfile do Grupo Especial voltará a ser medido esse ano: a UniCarioca fará pesquisa de boca-de-urna com o público na Sapucaí. Os vencedores de 2005 BATUQUE DO POVO O mestre Odilon Costa se emocionou com a vitória da bateria da Grande Rio: ¿Sou o diretor mais chato porque gosto de perfeição¿. MUSA 2005 Após um ano longe da Avenida, Luma de Oliveira reafirma sua majestade aos 40 anos de idade e leva, pela quarta vez, o Tamborim de Ouro de musa do Carnaval. Apesar da experiência, a morena não esconde a emoção: ¿É como se fosse o primeiro. Fico feliz especialmente porque é na minha volta à Sapucaí e na Caprichosos de Pilares, onde comecei no Carnaval¿. CASAL NOTA 10 A combinação da porta-bandeira Lucinha com o novo mestre-sala, Bira, deu certo. A dupla da Unidos da Tijuca foi eleita a melhor. O resultado mostrou que, apesar de ter perdido o parceiro de 10 anos de desfiles, Rogério, para a Mocidade Independente, Lucinha manteve a majestade. SAMBA NO PÉ O simpático gari Sorriso da Viradouro empolgou e ganhou o título Samba no Pé masculino. A passista da Mangueira, Juliana Clara, foi a revelação no quesito feminino. BELEZA DE MENSAGEM O enredo A Viradouro é só sorriso fez a escola ganhar o prêmio de melhor mensagem. ¿Fico feliz por passar mensagem sobre tema tão subjetivo¿, disse o carnavalesco, Mauro Quintaes. RODA, BAIANA O prêmio foi para as 120 baianas da Imperatriz Leopoldinense, que giraram na Avenida compondo o desfile de conto de fadas. SHOW DE ABERTURA A comissão de frente da Unidos da Tijuca foi considerada a melhor. Composta por 15 integrantes, foi o ponto de partida para a escola entrar no imaginário do homem. EU SOU O SAMBA Depois do drama vivido pela Portela, uma alegria: Tia Surica, da Velha Guarda, levou o título: ¿Um dia é de tristeza, o outro, de alegria¿. VOZ DA AVENIDA Com 30 carnavais na mesma escola, Neguinho da Beija-Flor foi escolhido o melhor intérprete. Ele torce para que a marca seja comemorada com o tricampeonato da escola de Nilópolis. MELHOR BLOCO O Cordão da Bola Preta levou o título pela primeira vez. ¿É o reconhecimento de muito trabalho¿, disse Pedro Ernesto, vice-presidente.

postado por: FELIPE AMARAL 1:08 PM



Comments: Segunda-feira, Janeiro 31, 2005

UniCarioca fará 4 mil entrevistas A pesquisa do Laboratório UniCarioca de Pesquisas Aplicadas (Lupa) será realizada por 30 estudantes de Comunicação e Marketing, uniformizados e identificados com crachás, na Passarela do Samba. Os alunos serão separados em grupos de três para cobrir todos os setores do Sambódromo e aplicarão 4.200 questionários com os quesitos do Tamborim de Ouro ¿ mil a mais do que no ano passado. No fim de cada noite de desfile, os questionários serão levados para a UniCarioca, onde começa o trabalho dos tabuladores, que também são alunos da faculdade. No fim da festa, os números serão analisados por um estatístico e um comentarista, professores da universidade.

postado por: FELIPE AMARAL 2:19 PM



Comments: Segunda-feira, Janeiro 10, 2005

Trabalho para a coluna do Ancelmo Gois, em 09/01/2005. Embora 35% da população tenham usado seu 13º salário para saldar contas pendentes, ainda assim, oito em cada dez cariocas (exatos 79,25%) começam o ano dispostos a assumir novas dívidas. A pesquisa é do Instituto DataGois em parceria com o Laboratório UniCarioca.

postado por: FELIPE AMARAL 10:03 AM



Comments: Domingo, Janeiro 02, 2005

Trabalho para a coluna do Ancelmo Gois, em 02/01/2005.

postado por: FELIPE AMARAL 9:37 PM



Comments: Segunda-feira, Dezembro 20, 2004

Trabalho para a coluna do Ancelmo Gois, em 19/12/04 Natal do peru O carioca é do peru. Pesquisa DataGois/UniCarioca mostra que, para 35,14% (a maioria), este é o item que não pode faltar de jeito nenhum na ceia de Natal. O penoso que faz glu-glu-glu bate até a tradicional rabanada (imprescindível para 29,12%) e o bacalhau (o preferido de 22,29%). O carioca anda meio besta. A preferência pelo chester, o frangão de nome gringo que a Perdigão trouxe para o Brasil, é maior que pelo panetone (18,67% a 17,87%).

postado por: FELIPE AMARAL 5:47 PM



Comments: Domingo, Dezembro 12, 2004

Trabalho para a coluna do Ancelmo Gois, em 13/12/04Bate o sino pequenino... Já é Natal. Seis em cada dez cariocas ouvidos pelo DataGois/UniCarioca já enfeitaram sua casa para as festas. Para o carioca, o melhor do Natal é reunir a família (55%), ganhar presente (23%) ou ter dinheiro (22%).

postado por: FELIPE AMARAL 10:11 PM



Comments: Domingo, Dezembro 05, 2004

Trabalho para a coluna do Ancelmo Gois, em 06/12/04 Natal dos R$ 100 Veja como, apesar dos pesares, melhorou a esperança ¿ e o dinheiro no bolso ¿ do brasileiro. Pesquisa DataGois/UniCarioca mostra que 57,84% dos cariocas gastarão mais de R$ 100 com presentes de Natal. Em 2003, a mesma pesquisa revelou que 54% gastariam até R$ 50. Outro indicador de que a vida melhorou: ano passado, sete em cada dez cariocas diziam que usariam o 13 para pagar dívidas. Agora, só 35,34% vão fazer isso. O restante ou vai guardar (23,01%) ou torrar em lembrancinhas de Natal mesmo (41,65

postado por: FELIPE AMARAL 9:59 PM



Comments: Domingo, Novembro 07, 2004

Trabalho para a coluna do Ancelmo Gois, em 07/11/04 Vida de cachorro Pelo menos três em cada dez cariocas (34,33%, para ser exato) já foram mordidos por cachorro. É o que revela pesquisa DataGois/UniCarioca sobre o hábito de ter cão em casa. O Rio parece ser a cidade dos au-aus ¿ quatro em cada dez pessoas têm um. Entre elas, pena, 40% insistem no mau hábito de passear com o bicho sem coleira. Para 82,27%, a culpa das mordidas é do dono. E 38,32% têm medo de cachorro.

postado por: FELIPE AMARAL 12:18 PM



Comments: Segunda-feira, Outubro 25, 2004

Trabalho realizado sobre o Estresse do Carioca. Publicado na Revista de Domingo do jornal O Globo em 17/10/2004

postado por: FELIPE AMARAL 1:52 PM



Comments: Domingo, Outubro 24, 2004

#####Trabalho divulgado no jornal OGlobo - Coluna do Ancelmo Gois - em 24/10/04 ##### O Méier não gosta de Bush Pesquisa DataGois/UniCarioca mostra que, se fossem americanos, 72,69% dos eleitores do Rio votariam em John Kerry. Os eleitores de Bush nos bairros Méier, Centro, Copacabana, Tijuca, Del Castilho e Barra, onde foi feita a pesquisa, são miúdos 27,31%. E mais: 69,57% dos cariocas acham que a eleição de Kerry seria melhor para os interesses brasileiros.

postado por: FELIPE AMARAL 11:42 PM



Comments: Segunda-feira, Outubro 04, 2004

#####Trabalho divulgado no jornal OGlobo - Coluna do Ancelmo Gois - em 03/10/04 ##### A eleição de hoje é para prefeito e vereador, mas o DataGois/UniCarioca foi às ruas para saber do humor do cidadão do Rio com outro cargo ¿ o de síndico. Ocupar a função é tão bom quanto, digamos, ir ao dentista. Mas há quem goste: 33,82% dos entrevistados adorariam ser síndicos, na contramão de 66,18% que rejeitam a idéia. Acredite: sete em cada 10 cariocas já tiveram vontade de brigar com algum vizinho. ¿Vizinho chato¿, coisa que quase todo mundo tem, foi o problema mais citado (28,52%).

postado por: FELIPE AMARAL 1:56 PM



Comments: Sexta-feira, Outubro 01, 2004

#####Trabalho divulgado no Jornal O Dia em 27/09/04##### Termômetro do emprego Rio tem salários a partir de R$ 1.200 para médicos veterinários, segundo pesquisa da UniCarioca Nível superior Desenho Industrial Salário: a partir de R$ 900 Vagas: 8 (Rio) Atribuições: responsável pelo desenho de novos produtos, de automóveis a escovas de dente e outdoors. Webdesign Salário: a partir de R$ 1 mil Vagas: 12 (Rio) Atribuições: cria e executa obras de arte para conceber forma e funcionalidade de produtos e serviços. Medicina veterinária Salário: a partir de R$ 1.200 Vagas: 6 (Rio) Atribuições: médico responsável pelo acompanhamento da saúde de animais domésticos ou de grande porte. Biologia Salário: entre R$ 1.500 e R$ 5 mil Vagas: 5 (Rio) Atribuições: analisa os seres vivos nos seus vários níveis de organização, desde os genes à estrutura dos ecossistemas. Geologia Salário: entre R$ 1.200 e R$ 3 mil Vagas: 2 (Rio) Atribuições: elabora relatórios de impacto ambiental para construção de grandes obras civis. Fotografia Salário: entre R$ 1 mil e R$ 5 mil Vagas: 1 (Rio) Atribuições: além de dominar a técnica, tem o olhar treinado para reconhecer o que pode dar uma boa foto. Zootecnia Salário: a partir de R$ 1.500 Vagas: 1 (Rio) Atribuições: dedica-se à reprodução e ao estudo genético dos animais e sua interação com o meio em que vivem. Nível Médio Operador de telemarketing Salário: entre R$ 350 e R$ 750 Vagas: 31 (Rio) Atribuições: oferece produtos, realiza pesquisas e faz serviços de cobrança e cadastramento de clientes. Analista de sistemas Salário: entre R$ 500 e R$ 900 Vagas: 11 (Rio) Atribuições: desenvolve sistemas e aplicações, monta estrutura de banco de dados e codificação de programas. Desenhista ¿ técnico em arte-final Salário: entre R$ 1 mil e R$ 2 mil Vagas: 5 (Rio) Atribuições: dá acabamento em desenhos e indica características de materiais para trabalhos de arte gráfica. Modelista de roupas Salário: entre R$ 400 e R$ 600 Vagas: 3 (Rio) Atribuições: confecciona moldes para roupas e calçados, pesquisa mercado e estuda estilos de design. Técnico em enfermagem Salário: entre R$ 470 e R$ 550 Vagas: 9 (Rio) Atribuições: desempenha atividades técnicas de enfermagem em hospitais, clínicas e outros estabelecimentos. Professor ¿ Ensino Fundamental Salário: entre R$ 450 e R$ 600 Vagas: 1 (Rio) Atribuições: planeja, prepara e ministra aulas nas quatro primeiras séries do Ensino Fundamental. Massagista Salário: a partir de R$ 350 Vagas: 2 (Rio) Atribuições: realiza massagens estéticas utilizando produtos e aparelhagem, podendo administrar os negócios.

postado por: FELIPE AMARAL 11:39 AM



Comments: Terça-feira, Setembro 28, 2004

postado por: FELIPE AMARAL 3:34 PM



Comments: #### Trabalho divulgado em 28/09/04## Megazine O Globo### Sem passar a limpo Bruno Porto No próximo dia 3, acontece o primeiro turno das eleições municipais. Os candidatos a prefeito ou vereador que vencerem ficarão quatro anos nos cargos. Durante esse período, eles tomarão decisões que poderão afetar o dia-a-dia de quem mora no Rio. Mesmo sabendo disso, a maioria dos jovens que vivem na cidade não se informa sobre a biografia dos seus candidatos. É o que revelou uma pesquisa feita para a Megazine pelo Laboratório de Pesquisas Aplicadas da Unicarioca, que ouviu 503 jovens de 16 a 21 anos. Segundo ela, 64% dos entrevistados não procuraram conhecer o passado dos candidatos a prefeito e a vereador. Aluna do 3 ano do Colégio Andrews, Carolina Coelho, de 18 anos, faz parte desses 64%. Moradora da Lagoa, ela diz que não procurou conhecer a biografia dos seus candidatos porque não se interessa muito por política. ¿ Não ligo muito para o passado ¿ explica Carolina, que vai votar pela primeira vez. ¿ Acho mais importante a pessoa passar uma impressão confiável e ter boas propostas. Presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Gustavo Petta atribui a falta de interesse da maioria dos jovens pelo passado dos candidatos ao fato de os brasileiros só terem voltado a votar recentemente. ¿ Não é um problema do eleitorado jovem, e sim de toda a população. A experiência das pessoas com a democracia ainda é recente ¿ diz ele. ¿ Com o tempo, esse problema deve diminuir. Para acelerar esse processo, é importante que sejam feitas campanhas para conscientizar os jovens. Petta acha que a primeira coisa que os jovens devem levar em conta na hora de escolher um candidato é justamente a sua biografia. ¿ Só conhecendo o passado você pode saber se as propostas dele têm chance de se tornar realidade ou não ¿ diz ele. Bernardo Machado, que estuda com Carolina Coelho, está entre os 36% dos jovens que se informam sobre o passado dos seus candidatos. ¿ É importante saber o que eles já fizeram para saber o que são capazes de fazer no futuro ¿ diz ele, que tem 18 anos e mora no Leblon. Outros dados da pesquisa mostram que 48% dos jovens não assistem à propaganda eleitoral na TV e 56% não lêem os panfletos de candidatos distribuídos na rua. Juíza do Tribunal Regional Eleitoral do Rio(TRE), Alda Soares atribui a falta de interesse pela propaganda eleitoral à descrença dos jovens na política. ¿ Pesquisas mostram que eles estão cansados de ouvir as mesmas propostas ¿ diz ela. ¿ Para os jovens, assistir à propaganda na TV é como rever um filme que é quase sempre chato. Alda é a coordenadora do projeto Eleitor do Futuro, do TRE, que foi criado em março deste ano para ensinar a importância do voto para crianças e jovens de 10 a 17 anos. Ela diz que estão sendo feitas cartilhas sobre o assunto que serão distribuídas em breve nos colégios brasileiros. O projeto também promoverá debates nas escolas com a presença de juízes eleitorais. Estudante do 5 período de biologia da Unigranrio, Cristina Lima Marques não vê a propaganda eleitoral na TV. Ela diz que o que está em jogo nos programas não é quem tem as melhores propostas, e sim o melhor publicitário. ¿ A maioria dos meus amigos decide em quem vai votar vendo a propaganda na televisão. Eu não. O que importa na televisão é ser o mais simpático ¿ critica ela, que tem 21 anos e mora em Brás de Pina. A pesquisa da Unicarioca mostra ainda que só 15% dos entrevistados levam em conta apenas os partidos políticos na hora de votar. Estudante do 5 período de direito da Unigranrio, José de Paula Araújo não faz parte desse grupo. ¿ O partido é o que menos importa na hora de escolher o candidato ¿ diz ele, que tem 21 anos e mora em São João do Meriti. ¿ O importante é que eles mostrem que têm qualidades. Bernardo Machado faz coro. ¿ Os partidos políticos perderam suas identidades. Hoje todo mundo faz aliança com todo mundo. Não dá mais para levar isso em conta na hora de escolher nossos candidatos ¿ diz.

postado por: FELIPE AMARAL 3:33 PM



Comments: Quarta-feira, Setembro 08, 2004

#######Trabalho de pesquisa para a coluna Ancelmo Gois - O Globo - 05/09/2004 ##### Para a alegria daquele tricolor e daquele vascaíno da esquina, Botafogo e Flamengo pelejam para não cair para a Segunda Divisão. Mas deu zebra numa pesquisa DataGois/UniCarioca com torcedores dos quatro grandes clubes do Rio: a maioria (44,5%), pelo bem do povo e felicidade geral da nação carioca, torce para que nenhum dos dois caia. A torcida contra o Flamengo, porém, é numerosa: 20,81% querem o Fla na segundona. A contra o Botafogo é miudinha: 3,59%. Mas, confiantes, 81,55% dos botafoguenses e 86,84% dos rubro-negros acham que seus times não vão cair. E o mais legal: 69% dos flamenguistas e 76,19% dos botafoguenses não apoiariam uma virada de mesa em benefício de seus clubes. Apoiado.

postado por: FELIPE AMARAL 4:53 PM



Comments: Domingo, Agosto 29, 2004

Trabalho divulgado na coluna do Ancemo Gois - O Globo - 29/08/04 #####A brasileirinha Daiane dos Santos, a nossa ginasta, voltou das Olimpíadas de Atenas sem medalha, mas ¿merece aplausos¿, segundo 81,65% dos ouvidos pelo DataGois/UniCarioca. Mas, para 40,04%, a ginástica foi também a maior decepção nestes Jogos, seguida do judô (20,75%). A surpresa positiva foi nosso futebol feminino (54% não esperavam a prata).

postado por: FELIPE AMARAL 1:26 PM



Comments: ##### Trabalo divulgado no jornal O Globo - No caderno - Rio Show - em 27/08/04#### A noite em questão Jefferson Lessa Assistir a uma peça de teatro, esticar num restaurante bacana e, antes de voltar para casa, tomar um drinque contemplando o Atlântico? Não. Então, dançar na areia da praia iluminada pela lua, saboreando sucos de frutas e outras bebidas tropicais? Sem chance. O resultado da pesquisa ¿O carioca e a cena da noite¿, encomendada pelo Rio Show ao Laboratório UniCarioca de Pesquisas Aplicadas, mostra que quem curte a night por aqui quer mesmo é tomar chope com amigos num bar, depois esticar numa boate (36,7%). E, por mais paulista que possa parecer aos olhos dos habitantes de uma cidade (ainda) tão bonita, tudo isso deve acontecer no interior climatizado dos shopping centers. Mil pessoas responderam ao questionário em oito bairros-chave (Jacarepaguá, Del Castilho, Tijuca, Méier, Copacabana, Ipanema, Leblon e Largo do Machado). Certas respostas já eram esperadas: a violência é o maior temor de quem sai à noite (53,2%), cerveja e chope são as bebidas mais apreciadas (60%) e o melhor dia para sair ¿ a maior parte (30,3%) só cai na gandaia uma vez por semana ¿ é a boa e velha sexta-feira (46,5%). Mas houve surpresas, como os míseros 31,8% de rejeição aos flanelinhas, a quantia gasta por noite (54,1% se dispõem a desembolsar até R$ 50) e a tal preferência por shoppings (56%). ¿ A violência está tirando as pessoas das ruas. Os shoppings são um refúgio natural ¿ analisa a professora Claudia Chaves, coordenadora da pesquisa. Uma volta por Del Castilho numa sexta-feira à noite revela um deserto de almas e carros. Cheia, só a Rua do Rio ¿ mas essa ¿rua¿, que parece uma réplica do Centro construída na Disneylândia, fica dentro do Shopping Nova América e só tem bares. Horas depois, em Vila Isabel, um grupo de amigos curte o samba do grupo Nosso Canto. Isso no Shopping Iguatemi, onde funciona o simpático Butiquim do Martinho, do bamba Martinho da Vila. Mudaram os cariocas ou mudaram os shoppings? Ambos. Se o carioca teme a violência, os shoppings investem em diversão e cultura. ¿ Uma pesquisa de 2002 mostra que 18% dos shoppings brasileiros têm cinemas como âncoras. Em 1999, essa percentagem era mínima ¿ conta Fernando Paulino, diretor da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce). ¿ Hoje, além dos cinemas, bares e restaurantes são os estabelecimentos que mais atraem clientes. Bom exemplo de mudança de mentalidade é o Armazém Digital Embratel, inaugurado na última quarta-feira no Rio Plaza Shopping, em Botafogo. Nos 920 metros quadrados antes ocupados por 12 lojinhas da praça de alimentação, o empresário Jack London investiu R$ 3 milhões para aliar lazer e cultura. Além de café com espaço para shows e cinema com cem lugares, o Armazém conta com um sistema para o cliente baixar músicas da internet e criar o seu CD. Se quiser, pode fazer o mesmo com os 50 mil títulos de livros à disposição. ¿ Pensei em Ipanema ou Leblon, mas escolhi o shopping por ser um ponto de aglutinação muito intenso ¿ diz London. Rei da noite por décadas, Ricardo Amaral, que ganhou fama fora dos shoppings, não tem nada contra a tendência: ¿ Todas as cidades do mundo têm um bairro que reúne bares e boates. No Rio, os shoppings deram para cumprir esse papel. Discípulo de Amaral, Alexandre Acioly é um dos donos do FM Hall, conjunto de três restaurantes separados por uma imensa pista de dança, no Rio Sul. ¿ Shopping é seguro ¿ justifica o empresário. ¿ Mas também estou de olho na rua, vou abrir um botequim na Lapa. Se a cidade fosse segura, eu faria tudo na rua. ######## Durante anos, os cariocas fizeram graça dos paulistas que se divertiam em shoppings. E agora, quem diria, o povo bronzeado do balneário quer a mesma coisa. De acordo com a pesquisa encomendada pelo Rio Show, a maioria moradores do Rio busca segurança e estacionamento fácil em lugares onde possa tomar chope e dançar. Ah, essa galera espera gastar até R$ 50. Onde? No shopping. A cidade tem 22 shoppings em funcionamento e dois em construção (um no Leblon, outro em Bangu). Enquanto o NorteShopping congrega clientes fiéis, a Rua do Rio, no Nova América, recebe 55 mil pessoas por fim de semana. Se o Rio Sul tem boate, o Rio Plaza acaba de ganhar um centro cultural com recursos tecnológicos de ponta. Mesmo para quem ainda tem preconceito, shopping também pode ser a maior diversão.

postado por: FELIPE AMARAL 1:24 PM



Comments: Sexta-feira, Agosto 13, 2004

Reveillon 2004 em copacabana... Algumas fotos...

postado por: FELIPE AMARAL 3:08 PM



Comments: Quinta-feira, Agosto 12, 2004

Trabalho divulgado no Site da UniCarioca - Matéria sobre o primeiro dia de aula... UniCarioca com muitas novidades # - E mais uma vez a UniCarioca inova em receber seus alunos. A festa tomou conta dos campi no último dia 09, reinício das aulas para os alunos a partir do segundo período. Neste primeiro dia de aula do segundo semestre de 2004, alunos e professores fizeram um grande reencontro, aproveitaram para matar a saudade e contar as novidades. Os alunos estão satisfeitos em poder contar com um ensino de qualidade e dedicação da Reitoria e todo corpo acadêmico, para começar um semestre com força total. A implantação da UniCarioca 28horas, um projeto pedagógico moderno, fundamentado na construção do conhecimento através da utilização de recursos tecnológicos, para enriquecer ambientes de convivência e relacionamento, foi iniciada a partir da necessidade de apropriação das novas tecnologias e dos novos saberes. O projeto está sendo muito bem aceito e elogiado por todos. ¿O UniCarioca 28 horas vai fazer com que muitos alunos façam parte da comunidade virtual. Pela facilidade de acesso à internet de qualquer lugar, poderemos fazer nossos trabalhos e baixar o conteúdo das matérias. Vai ser um verdadeiro sucesso!¿, disse Alexandre Patelli, estudante do 2º período de Comunicação Social. Por Felipe Hauch, 4º período de Publicidade

postado por: FELIPE AMARAL 5:09 PM



Comments: Reportagem para o jornal O DIA, A palavra do Universitário...

postado por: FELIPE AMARAL 3:09 PM



Comments: Quarta-feira, Agosto 11, 2004

E mais uma vez a UniCarioca inova em receber seus alunos. A festa tomou conta do campus no último dia 09. Foi o primeiro dia de aula do segundo semestre de 2004. Alunos e professores fizeram um grande reencontro e aproveitaram para matar a saudade. Os alunos estão muito contentes em saber que podem contar com um ensino de qualidade e dedicação da reitoria para começar um semstre com força total. O projeto UniCarioca 28h foi muito bem aceito e elogiado por muitos alunos. O aluno Alexandre Patelli, do 2º período, diz que esse projeto criado pela direção da UniCarioca, vai fazer com que muitos alunos façam parte da comunidade virtual, e mais, diz também que a facilidade de vc acessar a internet de qualquer lugar, poder fazer seus trabalhos, pegar parte da matéria será um verdadeiro sucesso!!!

postado por: FELIPE AMARAL 3:57 PM



Comments: Terça-feira, Agosto 10, 2004

Achei esta frase ideal para o dia de hoje... "A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios... Por isso,cante, ria, dance, chore e viva intensamente cada momento de sua vida... Antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos".

postado por: FELIPE AMARAL 1:02 PM



Comments: Segunda-feira, Agosto 09, 2004

Trabalho publicado no Jornal O Globo - Capa do caderno Olimpíadas - Segunda feira - 09/08/04 Rio espera mais qualidade e menos quantidade - / - Fellipe Awi - / - Menos medalhas, porém mais valiosas. Esta é a expectativa da população do Rio para a participação brasileira nas Olimpíadas de Atenas, como mostrou pesquisa elaborada pelo Laboratório Unicarioca de Pesquisas Aplicadas (Lupa). Embora acreditem que o Brasil conquistará menos medalhas do que nos Jogos de Sydney, os cariocas acham que a participação brasileira será melhor do que em 2000, o que significa a presença de ouro na bagagem de volta da delegação verde-amarela. Há quatro anos, os brasileiros trouxeram para a casa 12 medalhas, mas nenhuma de ouro. Foram seis de prata e seis de bronze. Para 87,2% dos entrevistados, o Brasil mostrará mais qualidade no quadro de medalhas. Em quantidade, porém, será pior: 45,4% dos cariocas acreditam que os atletas brasileiros conquistarão até cinco medalhas e 25,1%, até 10. Para 7,2%, a delegação voltará ao Brasil de mãos abanando. Apenas 22,3% acham que eles subirão ao pódio mais de dez vezes. Jacqueline aposta no ouro em iatismo e vôlei de quadra A campeã olímpica Jacqueline Silva aposta nos velejadores e nas duas equipes de vôlei de quadra como os maiores candidatos ao ouro. ¿ A participação do Brasil será melhor que em Sydney porque um ouro, pelo menos, vem com certeza. O desafio é saber se vamos superar o recorde de três medalhas de ouro de Atlanta ¿ diz. Os palpites de Jacqueline encontram eco na opinião dos cariocas. Para 47,7% deles, o vôlei masculino é o que tem mais chances de ser campeão olímpico. O atletismo é o favorito para 23,3% dos entrevistados, ficando à frente do vôlei feminino, com 14,8%. O iatismo é o principal candidato ao ouro para 6,3%, seguido do basquete feminino (4,9%) e do judô (2,7%). Ainda foi citado hipismo, com 0,3%. Quando perguntados sobre quem seria o destaque brasileiro em Atenas, a maioria dos cariocas apontou a ginasta Daiane dos Santos. A campeã mundial no exercício de solo foi lembrada por 50,7% dos entrevistados. Em segundo lugar ficou a seleção masculina de vôlei, com 31,5%. Em seguida, vieram o iatista Robert Scheidt (11,8%) e o saltador Jadel Gregório (4,7%). O otimismo do carioca se confirma quando os pesquisadores perguntaram qual a expectativa em relação ao Brasil em Atenas. Mais de 80% acreditam que o desempenho dos atletas será ótimo ou bom. Apenas 2,9% afirmaram que ele será ruim ou péssimo. ¿ Também acho que o desempenho brasileiro será muito bom, melhor do que em Sydney. Há quatro anos, não tínhamos chances na ginástica olímpica, por exemplo. Temos boas possibilidades de ouro ainda com o vôlei, o iatismo, o Jadel Gregório e, é claro, com o judô ¿ opinou o ex-judoca Aurélio Miguel, campeão olímpico nos Jogos de Seul-88. A pesquisa da Lupa revela ainda algumas informações interessantes sobre a postura do carioca em relação aos Jogos Olímpicos. Quase 77% dos entrevistados disseram que vão acompanhar a competição, seja pela TV ou pelos jornais. Mais de 40% disseram que o futebol é o esporte que mais gostam de assistir nas Olimpíadas, a despeito da ausência da seleção brasileira masculina na Grécia. O vôlei se confirma como o segundo esporte do brasileiro pela opinião dos cariocas: 30,3% preferem acompanhar este esporte. O atletismo, o mais nobre dos esportes olímpicos, ficou em terceiro lugar (14,2%). Os cariocas criticaram o pouco incentivo do governo ao esporte. Para 38,1% dos entrevistados, um maior apoio público é o que falta para o Brasil ter desempenho melhor nos Jogos Olímpicos. Mais programas de incentivo e apoio da iniciativa privada são apontados, respectivamente, por 19,3% e 18,5%. Curiosamente, 13,8% acreditam que falta mais empenho dos atletas. Na pesquisa, também foi perguntado se o Rio vai melhorar depois do Pan-Americano de 2007, que será disputado na cidade. Mais de 80% disseram que sim, mostrando o mesmo otimismo em relação ao desempenho do Brasil em Atenas. Que a voz do povo seja a voz dos deuses gregos.

postado por: FELIPE AMARAL 9:38 AM




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